Portugal. A minha primeira escolha.

- Livro Branco

 

 

Seiscentas pessoas na apresentação dos resultados conseguidos com “Portugal. A Minha Primeira Escolha”

JOSÉ SÓCRATES RECONHECE INTERESSE À CAMPANHA AEP DE VALORIZAÇÃO DA OFERTA NACIONAL

O primeiro-ministro reconhece “méritos” e “interesse” à campanha de valorização dos produtos, marcas e empresas nacionais que a Associação Empresarial de Portugal (AEP) promoveu em 2009 com a assinatura “Portugal. Primeiro Ministro José SocratesA Minha Primeira Escolha”. Justifica-se, por isso, que a iniciativa “possa prosseguir”, afirmou José Sócrates esta quinta-feira, à noite, num jantar com cerca de 600 pessoas no Europarque, em Santa Maria da Feira, com que encerrou a sessão de apresentação dos resultados da campanha.

O chefe do Governo destacou o “valor acrescentado da produção nacional” em vários sectores de actividade que a campanha veio realçar e sublinhou a sua “determinação na manutenção do emprego”, outro dos objectivos da iniciativa da AEP.

Primeiro Ministro José Socrates e Presidente da AEP José António BarrosO jantar, integralmente confeccionado com produtos portugueses, juntou José Sócrates, o ministro da Economia, Vieira da Silva, o presidente da AEP, José António Barros, dezenas de personalidades da vida empresarial, académica e cultural portuguesa, dirigentes associativos e centenas de empresários e gestores.

A campanha de valorização da produção nacional concretizada pela AEP em 2009 representou um investimento de 1,5 milhões de euros. A ela aderiram 440 empresas, que apresentam uma facturação agregada de 9 mil milhões de euros e são responsáveis por 1.500 marcas e um volume de emprego de 55 mil pessoas.

Como na oportunidade salientou José António Barros, a AEP faz um balanço “extraordinariamente positivo” da operação, Presidente da AEP, José António Barrospor ter “apoiado o emprego” e dado aos portugueses “a possibilidade de escolha dos nossos produtos, comparando-os favoravelmente com outros importados”.

A AEP tem a valorização da oferta nacional como umas das suas prioridades para os próximos tempos e está decidida a prolongar a iniciativa. Para tanto, apresenta nas próximas semanas uma candidatura ao QREN, para que, conjuntamente com os seus próprios recursos e as quotizações das empresas aderentes, seja possível pôr de pé uma nova campanha, num investimento previsto de 2 milhões de euros. O objectivo é fazer crescer para 600, nos próximos dois anos, o número de empresas aderentes, a fim de ampliar a visibilidade da iconografia associada à campanha no espaço público nacional e disseminar pelo país um “verdadeiro movimento de valorização da oferta nacional”.